Google investe $100 milhões e banca maior usina eólica do mundo
Perdoem se o trocadilho é bobo, mas é inevitável: a Google está trazendo bons ventos por aí.
Com um investimento de US$100 milhões a empresa vai financiar o projeto da usina eólica de Oregon, chamada deShepherds Flat Wind Farm, que se tornará a maior usina do mundo, com 845MW a serem gerados.
O fato é que a Google, empresa americana de sites de infraestrutura, parece estar interessada com os rumos das energias renováveis não só nos EUA, mas em todo mundo.
Recentemente, a empresa anunciou o financiamento de US$168 milhões em energia térmica solar, e já contribuiu com indústrias eólicas, solares e geotérmicas em mais de US$ 350 milhões. E a injeção de recursos para a construção da nova usina eólica foi um passo importante no incentivo da energia dos ventos no mundo.
Isso porque a nova fábrica vai superar, segundo avaliações, o Roscoe Eólico do Texas, que possui 627 turbinas e produção estimada em 781,5 MW. O Sheperds deve gerar 845 MW, com apenas 338 aerogeradores. O que significa que cada turbina vai trabalhar na fabricação de 2,5 MW de energia, o dobro do que as unidades de Oregon fazem atualmente.
O projeto irá ainda empregar cerca de 400 pessoas e sinaliza uma bem-vinda tendência de grandes empresas acreditando e investindo na sustentabilidade. O mundo agradece.
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Tá vendo esse rio na foto? Bonito, né? Se eu te dissesse que ele é o Tietê?E se, além disso, eu te contasse que essa foto foi tirada em Araçatuba, cidade do interior paulista, e que, antes de chegar lá, essa água passou pela cidade de São Paulo? Você acreditaria? Pois é tudo verdade!
O Tietê é um rio diferente da maioria dos outros, pois, em vez de nascer no interior e desaguar no oceano, nasce na Serra do Mar, e segue Brasil adentro até desembocar no rio Paraná.
O rio, durante seu percurso, passa pela grande São Paulo onde é bombardeado por lixo e esgoto das dezenas de milhões de habitantes da megalópole. Mas ele não permanece sujo até o destino final. Vai se “auto-limpando” no caminho.
Isso acontece como uma espécie de filtro natural. Os resíduos poluentes vão, aos poucos, sendo depositados nas margens e no fundo do rio, e, 400 km depois, a água está limpinha.
Se você já foi em um jogo entre Corinthians e Flamengo, ou Palmeiras e Fluminense, já deve ter ouvido a torcida carioca cantar que praia de paulista é o rio Tietê. Pois não deixa de ser verdade!
Em muitas cidades do interior a população usa o rio para andar de barco, nadar, praticar wake-board, ou, simplesmente, sentar-se numa cadeira e pegar um sol.
Quem sabe um dia, com os projetos em andamento para despoluição do Tietê na capital, a praia do paulista não vire, também, praia dos paulistanos.


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